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Natureza ou Educação ??
Os paradigmas do tempo que passa.
O milho transgénico, as alterações climáticas, o aquecimento global, os “bailes dançantes” do salão politico em modo virtual, a world wide web, o facebook de borla, o FMI global e generoso na missão, o Fundo Social Europeu de direito e democrata, o “Império Romano” e a Grécia Antiga, a Democracia Directa, a conversa da treta, política e intelectualidade, futebol e desporto financeiro, doutores e engenheiros a sobreviver na selva por eles inventada, génios no poceirão, outros assuntos globais, etc(.) e mais coisas no género (…).
Porque, de facto, relativamente a “Isto” poderemos fazer o quê ??
Talvez escrever, ainda não descobri,
Escrever, talvez.
(….)
Portanto, a escola é uma aberração que fabrica robôs, doentes alienados, cópias de uma perfeição qualquer precedente,
Qualquer coisa (boa ou má) mas sempre cópia,
Porque tudo parece depender da “Natureza” das opiniões certas e com a melhor razão de uma moralidade de várias religiões e credos políticos;
Mas “todos” unidos à volta de uma causa qual lareira luzidia que conforta a alma, o corpo, e o espírito peregrino de uma evangelização pela Natureza política e social dos homens no seu modo original;
E das mulheres no também original pecado capital, talvez descoberta prazenteira proibida, sempre na senda da estratificação política da sua função criadora.
Tudo "assim" porque de acordo com uma “nova” ordem sempre antiga, a Natureza política e económica do berço de prata dourada (aquele mais enfático no sentido mais abstracto) deverá definir a essência de uma verdadeira Liderança do mundo.
Porque “nessa forma espiritualmente certa” será a Natureza da Vida (no seu formato original) a definir as suas “regras de etiqueta” corporativa no Comando da política da nossa “Vida Simples”.
[….]
(início do discurso, palavras Dele)
“… Estudar os ensinamentos alheios é uma estupidez de gente pobre e desesperada, uma prova cabal de ambição desmedida e artificial de amputados do direito de existir, pessoas sem escrúpulos, invertebrados rastejantes de uma selva política imprópria para o consumo dos Originais, Nós, que temos sentido político e direito real de vida. “
“ Quando é que Isto acabará ??...”
“ Quando é que alguém fabrica uma bomba, ferramenta eficaz para resolver Isto ?? ”
“ O fim é utópico e infinito ? ”
“ Não poderemos sonhar com a realização da nossa felicidade original ?? ”
“ Os pobres diabos indigentes que clamam pelo nosso perdão generoso sonham com a nossa felicidade original e querem ascender à nossa mesa ??…”
“... Nós, os Príncipes de um mundo que herdámos e é nosso pelos direitos da natureza dos homens, privilégios carismáticos de uma religião imortal que lidera o mundo desde os tempos da criação ancestral do homem, do bem e do mal, da Natureza Espiritual da Vida… “
“ A nossa Natureza “.
[ibidem]
(….)
Parecem ser estas as grandes questões em modo afirmativo de gente em versão “Natural”;
Numa realidade pura, a descrição do paradigma das mentes originais dos modelos de vida que tanto inspiram aquele modo “lunático que caracteriza as nossas vidas”,
Histórias em “baixo perfil” de uma personalidade colectiva própria de um “grupo indiferenciado”, mas não obstante, politica e socialmente não-corporativo.
Verdadeiros “tolos” arrebanhados em batalhões de gente inocente que acredita na fé de Deus e dos homens, na cristandade da alma, no projecto colectivo de uma Nação que respira o oxigénio da sua “fotossíntese”, produção fabricada no labor arrebatado dos sonhos de gente que ama e acredita na “missão da vida” dos homens na sua Terra.
(….)