Terça-feira, 6 de Dezembro de 2011

“… NINGUÉM É O QUE PARECE ” (parte 2) -- OS “Bhackers”

http://fjjeparreira.blogspot.com





A contracção da letra B com a palavra técnica “hacker” resulta num palavrão novo com a história e a idade política do mundo – “Bhacker”.

(e com a letra s na “extremidade” ficamos com o significado traduzido no plural)

(….)
 

Entenda-se que só me interessa a leitura política desta “questão”.

(e mais nada)

(….)



O meu avô tinha uma expressão idiomática para esta parafernália de “entendimentos” da vida, e chamava-lhes os “Bácoros” da (nossa) hera;    

Porque a dimensão temporal desta saga já tinha um certo domínio sobre as consciências sociais das pessoas que pensam.
 

A minha avó amenizava as conversas e traduzia o conteúdo político da expressão como “Bacorinhos”,

Sempre parecia mais giro e doce o palavrão, e todos ficávamos bem e em ordem com as nossas mentes indignadas com o radicalismo poético dos pais da minha mãe.
 

Naturalmente que naquela altura e naquele “tempo” a política já fermentava no sangue de família.

(….)
 

O tema, de facto, é curioso e justifica a reflexão.
 

Mas falamos do quê ??

(concretamente)
 

Claro que é esse o problema,

As condições materiais da nossa existência, a forma e maneira como as conseguimos, e a nossa “relação” com os outros e com a comunidade que nos envolve.

(sabedora e obediente da sua cidadania voluntária e consciente)

Ou seja, primordialmente “conhecermos” pessoalmente aqueles que mandam e tomam decisões importantes sobre o nosso futuro e a maneira como o vamos viver.
 

(….)
 

Também parece natural e fácil a compreensão de que é necessário haver cúmplices para infringir regras (sofisticadas) de segurança.

Sejam elas quais forem, do âmbito que forem, e utilizados os meios de intromissão ou de interferência que os “inventores de inovações” tenham talento e capacidade para pôr a interagir com o sistema portador da “raiz” da estrutura do software (político ou não).
 

E aqui começam as dificuldades do “antivírus”.
 

No tempo pós-moderno existem dois tipos fundamentais de segurança;

A Segurança das Pessoas e a Segurança dos Bens.


Os muros dissiparam-se, as portas não têm portas, as janelas existem para serem escancaradas e deixarem passar a luz do dia, a segurança territorial do “posto de sentinela” (agora) não é feita de maneira diferente mas tem uma finalidade estrutural diferente;

Controlar os movimentos de quem passa, “olhar” para elas (as pessoas), ver o que há de importante para ver e “Ser Visto”,

Isto é, Segurança de Proximidade;

Para acarinhar as mentes das pessoas que precisam de segurança e refutar as mentes das ameaças que pensam em ameaças.
 

A segurança tradicional mudou de cariz,

Mas não de intensidade nem de condutas técnicas apuradas e judiciosas no cumprimento da missão.
 

Mudou a Ideologia da Segurança,

Não a capacidade operacional de propiciar segurança à comunidade e concretizá-la em “dados Objectivos” de serviço efectivo.
 

(….)



Qual será o objectivo primordial desta ”interferência” ??
 

Haverá alguma sintomatologia relevante associada ?

E qual será ela ? 

Estará associada a emblemas carismáticos de grandes temas globais nos quais esteja em questão a sobrevivência da humanidade ???
 

E esse combate, no final das contas todas, a quem (de facto) lesiona ou prejudica de forma séria e permanente ??

E porquê todo o procedimento envolvido nas “contendas políticas” ??
 

Estaremos, portanto, a falar do quê ??  (….)
 

Muitas perguntas e poucas respostas para as pessoas que nada Vêm de especial “Nisto” e em tudo o mais (….).

(de uma maneira geral)



(…..)



§§§§§§§§ // §§§§§§§§

ANEXO – ILUSTRAÇÃO TEMÁTICA:


………………..


“…

de:




Originalmente, e para certos programadores, hackers (singular: hacker) são indivíduos que elaboram e modificam software e hardware de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas, seja adaptando as antigas, além de terem muito conhecimento em informática.

Originário do inglês, o termo hacker é utilizado no português em conjunto com sua grafia lusófona, decifrador.

Os hackers utilizam todo o seu conhecimento para melhorar softwares de forma legal.

Eles geralmente são de classe média ou alta, com idade de 12 a 28 anos. Além de a maioria dos hackers serem usuários avançados de Software Livre como os BSD Unix (Berkeley Software Distribution) e o GNU/Linux, fatia esta de pessoas contra o monopólio da informação.

A expressão original para invasores de computadores é denominada Cracker, termo criado com esta finalidade, designando programadores maliciosos e ciberpiratas que agem com o intuito de violar ilegal ou imoralmente sistemas cibernéticos.

(…)



Existe uma Ética Hacker.

Equivocadamente é usado referindo-se a pessoas relativamente sem habilidade em programação e sem ética, como criminosos que quebram a segurança de sistemas, agindo ilegalmente e fora da ética hacker.

O problema é quando os crackers e script kiddies são referidos como hackers pela imprensa, por falta de conhecimento, gerando uma discussão sem fim.

Nesse sentido, os hackers seriam as pessoas que criaram a Internet, fizeram do sistema operacional Unix o que ele é hoje, mantêm a Usenet, fazem a World Wide Web funcionar, e mantém a cultura de desenvolvimento livre conhecida actualmente.

É comum o uso da palavra hacker fora do contexto electrónico/computacional, sendo utilizada para definir não somente as pessoas ligadas a informática, mas sim os especialistas que praticam o hacking em diversas áreas.



…”



………………..