A
contracção da letra B com a palavra técnica “hacker” resulta num palavrão novo
com a história e a idade política do mundo – “Bhacker”.
(e com a letra s na “extremidade” ficamos com
o significado traduzido no plural)
(….)
Entenda-se que só me interessa a leitura política
desta “questão”.
(e mais nada)
(….)
O meu avô tinha uma expressão idiomática para esta
parafernália de “entendimentos” da vida, e chamava-lhes os “Bácoros” da (nossa)
hera;
Porque a dimensão temporal desta saga já tinha um
certo domínio sobre as consciências sociais das pessoas que pensam.
A minha avó amenizava as conversas e traduzia o
conteúdo político da expressão como “Bacorinhos”,
Sempre parecia mais giro e doce o palavrão, e todos
ficávamos bem e em ordem com as nossas mentes indignadas com o radicalismo
poético dos pais da minha mãe.
Naturalmente que naquela altura e naquele “tempo” a
política já fermentava no sangue de família.
(….)
O tema, de facto, é curioso e justifica a reflexão.
Mas falamos do quê ??
(concretamente)
Claro que é esse o problema,
As condições materiais da nossa existência, a forma
e maneira como as conseguimos, e a nossa “relação” com os outros e com a
comunidade que nos envolve.
(sabedora e obediente da sua cidadania voluntária e consciente)
Ou seja, primordialmente “conhecermos” pessoalmente
aqueles que mandam e tomam decisões importantes sobre o nosso futuro e a
maneira como o vamos viver.
(….)
Também parece natural e fácil a compreensão de que é
necessário haver cúmplices para infringir regras (sofisticadas) de segurança.
Sejam elas quais forem, do âmbito que forem, e
utilizados os meios de intromissão ou de interferência que os “inventores de
inovações” tenham talento e capacidade para pôr a interagir com o sistema portador
da “raiz” da estrutura do software (político ou não).
E aqui começam as dificuldades do “antivírus”.
No tempo pós-moderno existem dois tipos fundamentais
de segurança;
A Segurança das Pessoas e a Segurança dos Bens.
Os muros dissiparam-se, as portas não têm portas, as
janelas existem para serem escancaradas e deixarem passar a luz do dia, a
segurança territorial do “posto de sentinela” (agora) não é feita de maneira
diferente mas tem uma finalidade estrutural diferente;
Controlar os movimentos de quem passa, “olhar” para
elas (as pessoas), ver o que há de importante para ver e “Ser Visto”,
Isto é, Segurança de Proximidade;
Para acarinhar as mentes das pessoas que precisam de
segurança e refutar as mentes das ameaças que pensam em ameaças.
A segurança tradicional mudou de cariz,
Mas não de intensidade nem de condutas técnicas apuradas
e judiciosas no cumprimento da missão.
Mudou a Ideologia da Segurança,
Não a capacidade operacional de propiciar segurança à
comunidade e concretizá-la em “dados Objectivos” de serviço efectivo.
(….)
Qual será o objectivo primordial desta ”interferência”
??
Haverá alguma sintomatologia relevante associada ?
E qual será ela ?
Estará associada a emblemas carismáticos de grandes
temas globais nos quais esteja em questão a sobrevivência da humanidade ???
E esse combate, no final das contas todas, a quem
(de facto) lesiona ou prejudica de forma séria e permanente ??
E porquê todo o procedimento envolvido nas “contendas
políticas” ??
Estaremos, portanto, a falar do quê ?? (….)
Muitas perguntas e poucas respostas para as pessoas
que nada Vêm de especial “Nisto” e em tudo o mais (….).
(de uma maneira geral)
(…..)
§§§§§§§§
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ANEXO –
ILUSTRAÇÃO TEMÁTICA:
………………..
“…
de:
Originalmente, e para certos programadores, hackers (singular: hacker) são indivíduos que elaboram e modificam software e hardware de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas, seja adaptando as antigas, além de terem muito conhecimento em informática.
Originário do inglês, o termo hacker é utilizado no português em conjunto com sua grafia lusófona, decifrador.
Os hackers utilizam todo o seu conhecimento para melhorar softwares de forma legal.
Eles geralmente são de classe média ou alta, com idade de 12 a 28 anos. Além de a maioria dos hackers serem usuários avançados de Software Livre como os BSD Unix (Berkeley Software Distribution) e o GNU/Linux, fatia esta de pessoas contra o monopólio da informação.
A expressão original para invasores de computadores é denominada Cracker, termo criado com esta finalidade, designando programadores maliciosos e ciberpiratas que agem com o intuito de violar ilegal ou imoralmente sistemas cibernéticos.
(…)
Existe uma Ética Hacker.
Equivocadamente é usado referindo-se a pessoas relativamente sem habilidade em programação e sem ética, como criminosos que quebram a segurança de sistemas, agindo ilegalmente e fora da ética hacker.
O problema é quando os crackers e script kiddies são referidos como hackers pela imprensa, por falta de conhecimento, gerando uma discussão sem fim.
Nesse sentido, os hackers seriam as pessoas que criaram a Internet, fizeram do sistema operacional Unix o que ele é hoje, mantêm a Usenet, fazem a World Wide Web funcionar, e mantém a cultura de desenvolvimento livre conhecida actualmente.
É comum o uso da palavra hacker fora do contexto electrónico/computacional, sendo utilizada para definir não somente as pessoas ligadas a informática, mas sim os especialistas que praticam o hacking em diversas áreas.
…”
………………..