Sexta-feira, 6 de Janeiro de 2012

INTELIGÊNCIA MILITAR – SEGURANÇA E DEFESA NACIONAL EM MODO VIRTUAL (upgrade 2)

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A Inteligência Militar é uma vantagem preciosa ou uma “ameaça real” ??
 

E, nesse caso, porquê ??
 

(pergunta natural para quem gosta de respostas)



Parece ser boa “verdade desportiva” que em equipa que ganha não se muda nada,


Ou pouca coisa, para que não mude muito na sorte do “jogo”,

Nacional, da Pátria, do Estado e da Nação;
Do Povo Português.


(…..)



O “Sistema Echelon” é a maior rede de satélites espiões do mundo disponível para os Serviços Secretos Militares Americanos, embora (por mera curiosidade intelectual) um Sistema de Inteligência operado e explorado pela NSA (National Security Agency), agência de inteligência americana.

Em conformidade com “isso”, a Inteligência Militar será (de forma geral e transversal) a mais secreta e “bem armada” Agência de Informações e Segurança em qualquer Pátria deste mundo e do outro;

Incluindo no ramalhete do conjunto Portugal, uma Nação “esquisita” pela própria natureza da sua organização política e da respectiva comunidade cultural.

(… e “esta” será sem ofensa nenhuma pela singela razão de ser verdade, e ser “assim” a nossa vida de portugueses de Portugal)

(…..)
 

O Sistema C4I – Comando, Controlo, Comunicações, Computação e Inteligência é de há muito “peça” fundamental na conduta estratégica e operacional de qualquer “sistema militar” do mundo no que respeita a programação, planeamento, coordenação, execução e avaliação de toda e qualquer “operação”, ou apenas na conduta passiva de “vigilância do campo de batalha”.

(real ou potencial)



A junção da figura “Computação” (relativamente recente) deve-se à extraordinária evolução das tecnologias informáticas (hardware) e respectivas potencialidades acessórias e periféricas no que respeita à sua capacidade multi-funcional de aplicação, permitindo tirar proveito de capacidades de aquisição, processamento, análise e transmissão de dados em tempo real e operativo (“on line”) nunca antes passíveis de serem alcançadas.

(..…)


E aquilo que diz respeito a Portugal ??

Nós não somos pioneiros, somos seguidores do melhor que se faz no mundo, e “isso” chama-se “Americano” e “NATO”, as nossas fontes de doutrina e de conduta técnica operacional;

E será a esse nível que toma um formato na expressão idiomática “Human Intelligence” (HUMINT), “Inteligência Humana”, que nós entramos com as nossas “mezinhas, elixires, rezas tribais, conversas ao ouvido” e outras atitudes de competência e bem servir a Nação Portuguesa.

(que alguns resultados importantes tem congregado para si e para os “seus”)


Claro que também teremos (de forma pretensiosamente semelhante) os nossos segredos bem guardados que não são públicos, como é bom de ver;

Nem poderiam, caso contrário não existiriam e seriam outra coisa qualquer descaracterizada.
 

De resto (ou no “resto”) está tudo bem (graças a Deus), recomenda-se o “tratamento”, e a sua aplicação é estritamente militar,

(entenda-se bem a “coisa”),

Como é de bom-tom em termos formais.



(etc. ……..)
 

§§§§§§§§ // §§§§§§§§
 


ANEXO – ILUSTRAÇÃO TEMÁTICA:



………………..


“…

de:




Satélites são poderosas ferramentas de estratégia militar


As imagens captadas por satélites são informações estratégicas preciosas, que se tornam cada vez mais imprescindíveis nas operações de defesa internacionais, bem como nas decisões tácticas da guerra moderna.

É tal a dependência, que esses artefactos passaram a ser conhecidos como os olhos e ouvidos da inteligência militar.

Se já é grande a capacidade de resolução dos satélites comerciais, que observam o dia-a-dia das cidades, o rastreamento efectuado por um satélite militar de uso exclusivo do Pentágono (o ministério da Defesa norte-americano), pode atingir impressionante visualização, fornecendo localizações geográficas para mísseis e bombas e dando suporte a todas as acções militares.

Sem os satélites, seria impossível manter conectadas todas as forças bélicas.

Aviões, submarinos, navios e tanques só se comunicam porque os satélites funcionam como antenas, captando e retransmitindo informações traduzidas por impulsos eléctricos.

Esses verdadeiros espiões electrónicos são lançados ao espaço por foguetes e milhares estão em órbita no espaço, mas não há estatísticas oficiais.

Há veículos de várias nacionalidades, russos, israelitas, chineses, franceses, até brasileiros.

A maior parte, entretanto, é norte-americana.

Desde o lançamento do Corona, primeiro satélite de reconhecimento usado pela CIA, em 1958, foi impressionante o desenvolvimento científico e tecnológico da área.

A caçada a Osama Bin Laden e seus seguidores da Al Qaeda, no Afeganistão, foi feita por uma constelação de satélites militares e comerciais.

Assim como o acompanhamento das tropas das forças de países que apoiavam os Taliban, como o Iraque, o Irão e o Paquistão, foram monitorizadas pela inteligência militar dos EUA por meio de satélites de espionagem.

Apesar de seus próprios satélites serem capazes de obter imagens muito precisas, o Departamento de Defesa norte-americano, adquiriu direitos exclusivos de imagens feitas por satélites comerciais do território do Afeganistão.

O objectivo era obter uma visão completa do território afegão e impedir que qualquer outro país ou veículo de imprensa, tivesse acesso às imagens da zona de conflito.

Segundo a Agência Estado, foi firmado um contrato com a empresa Space Imaging Inc., com sede em Denver, da ordem de milhões de dólares, para o fornecimento de imagens feitas pelo satélite comercial Ikonos, contratado com exclusividade.
Um executivo da empresa afirmou que os EUA pagaram não apenas pelos direitos exclusivos, mas pelo tempo que o satélite esteve sobre a área de conflito, o que impede que qualquer pessoa possa ter acesso a essas fotos.

As melhores imagens feitas pelo satélite Ikonos têm precisão de um metro, o que significa que se pode distinguir objectos com essa dimensão máxima. O satélite opera a 680km de altura e dá uma volta ao redor da Terra em 98 minutos.

Com tanta tecnologia, estariam contados os dias de Bin Laden?

Não, respondem unanimemente os especialistas, citando o ocorrido na Guerra do Golfo quando Saddam Hussein sempre escapou dos olhos electrónicos.

"Do espaço, tem-se uma visão vertical.
 

Os satélites vêem principalmente o topo da cabeça de alguém.

Identificar uma pessoa do alto não é possível", explica Steven Aftergood, da Federação de Cientistas Americanos (FAS).

Segundo informações divulgadas pela Comissão do Parlamento Europeu de Estrasburgo - criada para investigar a extensão da espionagem industrial e comercial norte-americana sobre seus aliados da União Europeia - a chamada Rede Echelon, disponível aos estrategistas militares americanos, é um conjunto de satélites capazes de registar pequenos detalhes em terra.
 

O projecto Echelon, considerado a maior e mais sofisticada de todas as operações de espionagem, é um sistema de vigilância global que utiliza uma combinação de 120 satélites e sensíveis estações de escuta, que captam e analisam conversas e comunicações electrónicas que cruzam o mundo - telefonemas, fax, telex, correio electrónico - além de sinais de rádio.

Ela inicialmente foi implantada para recolher o máximo de informações sobre a União Soviética e seus aliados.

Com a queda do bloco soviético pensou-se que o Echelon seria paralisado ou desactivado, mas o sistema não só não foi desactivado como, pelo contrário, cresceu e refinou-se.

Administrado pela super secreta NSA (National Security Agency) dos EUA e operado com a colaboração de agências similares da Inglaterra (GCHQ - Government Communications Headquarters), Austrália, Canadá, e Nova Zelândia, ele é capaz de processar, diariamente, até 2 bilhões de dados, filtrando-os por meio de um sistema de inteligência artificial.

O relatório dessa Comissão menciona ainda que, graças ao sofisticado sistema de interceptação de informações, empresas dos Estados Unidos ganharam super contratos que disputavam com grupos franceses.

Um deles foi o do Sistema de Vigilância da Amazónia (Sivam), que causou tanta polémica no Brasil e acabou favorecendo a empresa Raytheon na concorrência com a Thomson francesa.

A Raytheon, que ganhou o contrato para instalar as bases do Sivam no valor de US$ 1,4 bilhão, é quem faz a montagem e manutenção de todas as bases da NSA e do Echelon no mundo.

A Raytheon Company é especialista no desenvolvimento dos chamados "Sistemas Electrónicos de Defesa", tendo sido a primeira empresa a desenvolver os sistemas de mísseis teleguiados, com capacidade para atingir alvos em movimento, em 1948.

Foi ela também que desenvolveu o sistema computacional do veículo espacial, que levou os astronautas, Neil Armstrong e Edwin Aldrin, a dar o primeiro passeio na Lua em sua histórica jornada.

Um dos seus principais produtos, resultante de nove anos de pesquisas contratadas pelo governo americano, foram os mísseis de defesa Patriots (PAC-1/2), que fizeram sucesso na Guerra do Golfo em 1991 ao interceptar e destruir os mísseis "Scud" usados pelo Iraque.


Uma das suas principais colaboradoras é a empresa Space Imaging do satélite Ikonos.
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§§§§§ // §§§§§

de:

Era o “inimigo número um” da América e foi morto esta segunda-feira numa operação em Abbottabad, no Paquistão. O fim de Osama Bin Laden não é o fim da Al-Qaeda, mas “tornou o mundo mais seguro”, disse o Presidente norte-americano Barack Obama. “Foi feita justiça”.
 

…”


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